A Amnistia Internacional apresenta a equipa com a melhor defesa na Rússia: a #TeamBrave.

Junte-se a nós na 33a seleção do mundial da Rússia e assista connosco ao campeonato da defesa dos direitos humanos com a TeamBRAVE!

Enquanto o mundo já está a torcer pela equipa do seu país, há um jogo de vida pelos direitos humanos a acontecer na Rússia neste momento.

A #TeamBrave é formada por 11 homens e mulheres que defendem os direitos e liberdades na Federação Russa, confrontando a tortura e outros abusos e maus-tratos cometidos pelas forças de segurança russas, protegendo o ambiente, apoiando vítimas de violência doméstica, pessoas das comunidades LGBTI, trabalhadores sexuais e antigos presos.

Escolha o seu lugar na bancada ao lado de cada ativista dos direitos humanos russo para apoiar esta equipa.

Ainda não sabe a quem se juntar? Veja aqui a equipa completa!

Na nossa equipa só há defesas... de direitos humanos.

Os apoiantes da TeamBrave já ocuparam 96 lugares.

Alexei Sokolov

Sobre o meu trabalho e a minha história? Alexei Sokolov, Sou um defensor de direitos humanos que luta contra a tortura e outros abusos no sistema prisional..

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Irina Maslova

Sobre o meu trabalho e a minha história? Irina Maslova, Sou fundadora do movimento Rosa de Prata, de defesa dos direitos das pessoas que desempenham trabalho sexual. As autoridades querem sempre mostrar que está tudo bem na Rússia e isso leva a que façam limpezas duras, marginalizando todas as pessoas que forem consideradas ‘elementos indesejados’..

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Iulia Faizrakhmanova

Sobre o meu trabalho e a minha história? Iulia Faizrakhmanova, Lidero um grupo de ativistas contra o arrasamento do habitat natural nas margens do rio Kazanka, onde foi construído um enorme estacionamento para o Campeonato do Mundo que destruiu uma área de 4 hectares com uma enorme riqueza natural..

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Igor Nagavkin

Sobre o meu trabalho e a minha história? Igor Nagavkin, Sou defensor dos direitos humanos na luta contra a tortura e a corrupção no sudoeste da Rússia. Estou a ser perseguido por causa do meu trabalho na defesa dos direitos humanos..

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Igor Rudnikov

Sobre o meu trabalho e a minha história? Igor Rudnikov, Coloquei muito a descoberto e combati a corrupção como diretor do jornal independente Novie Koliosa (Novas Rodas). Os ataques começaram a vir de todos os lados (...) até os Serviços de Segurança Federal andaram pela cidade a confiscá-lo..

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Oiub Titiev

Sobre o meu trabalho e a minha história? Oiub Titiev, Sou defensor dos direitos humanos e o líder do escritório da Memorial em Grozny. No dia 9 de janeiro de 2018, fui arbitrariamente detido pela polícia acusado falsamente de posse de estupefacientes..

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Valentina Tcherevatenko

Sobre o meu trabalho e a minha história? Valentina Tcherevatenko, Tenho trabalhado muito para defender os direitos das mulheres, para combater a violência contra as mulheres e providenciar apoio às pessoas em enormes dificuldades: famílias numerosas, mães solteiras, avós que criavam os netos órfãos.

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Vasili Gusliannikov

Sobre o meu trabalho e a minha história? Vasili Gusliannikov, Investiguei casos de corrupção no seio do Partido Comunista na República Socialista Soviética Autónoma da Mordovia e, por isso, fui alvo de uma tentativa de assassinato e agredido brutalmente numa outra ocasião em que os atacantes me partiram ambas as pernas..

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Oksana Berezovskaia

Sobre o meu trabalho e a minha história? Oksana Berezovskaia, Sou uma defensora dos direitos LGBTI num país onde estes direitos são vistos com "de segunda". Sonho com o dia em que as palavras ‘defensor de direitos humanos’ não soem como um insulto e as ações do Estado deixem de ser punitivas..

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Andrei Rudomakha

Sobre o meu trabalho e a minha história? Andrei Rudomakha, Sou um ativista ambiental e líder da ONG inter-regional 'Environmental Watch for the North Caucasus' (Krasnodar, sudoeste da Rússia). Fui atacado por 3 pessoas encapuzadas que permanecem em liberdade..

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Igor Kaliapin

Sobre o meu trabalho e a minha história? Igor Kaliapin, Com a minha experiência percebi que todas as pessoas podem ser acusadas injustamente, e sob pressão, qualquer pessoa pode ser forçada a ‘confessar’ um crime, até homicídio. Desde aí, luto pela justiça e reparação para vítimas de tortura e para que os responsáveis sejam responsabilizados..

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